Índios do Peru lutam há anos para salvar sua floresta. Desde abril, eles bloqueiam estradas ao norte do país para não deixar os caminhões dos petroleiros passarem. Porque a exploração de petróleo na Amazônia está destruindo as florestas e as águas nos territórios indígenas. Mas a polícia peruana não aceitou esta forma de protesto e reagiu com violência no dia 5 de junho. O resultado foi um massacre com 22 índios e 11 policiais mortos. Por favor, proteste conosco contra o desrespeito dos índios no Peru e contra a exploração de petróleo na Amazônia. (Início: 10.06.2009)
Povos Indígenas contra a Transposição do Rio São Francisco
O projeto monstruoso do Governo Lula da Silva, a transposição do Rio São Francisco, não respeita os povos tradicionais e os povos indígenas. O Bispo de Barra (BA), Dom Luís Flavio Cappio, que fez greve de fome em 2007 contra a transposição, afirma que o projeto terá impactos ambientais, econômicos e também culturais. “A transposição do rio matará as culturas locais, inclusive a dos índios." E tudo só para ajudar o agronegócio, a monocultura da cana irrigada, da desastrosa criação de camarão em cativeiro e as grandes empreiteiras como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Queiroz Galvão. O Rio, o Cerrado, a Caatinga: a base da vida do nordeste está ameaçada. (Início: 25.05.2009)
Carlinhos Brown e deputados da Bahia apóiam luta dos Pataxó Hã Hã Hãe
No dia 12 de maio, o artista Carlinhos Brown e deputados estaduais da Bahia declararam apoio à luta dos Pataxó Hã Hã Hãe pela reconquista do território do povo, no sul do estado. Há 26 anos, os indígenas esperam a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a ação que requer a nulidade de títulos de propriedade de terra concedidos a fazendeiros que ocupam a terra do povo.
Reforma Agrária, por um Brasil Livre de Latifundios
Movimento sem Terra
Movimiento dos Trabalhadores rurais Sem Terra MST
Regional Extremo Sul da Bahia
8-4-2009
1.500 famílias de Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Terra – MST, ocuparam, nesta madrugada, uma área devoluta, de 4.700 hectares, no município de Eunápolis, Estado da Bahia. A área possui plantio de eucalipto da empresa Veracel Celulose. Esta empresa possui mais de 20 mil hectares de eucalipto plantados em terras devolutas, neste município.
Carvão mascarado como “biochar”: outra lucrativa solução tecnológica
De acordo com um crescente, vocal e muito bem-aparentado grupo de cientistas, empresários e lobbistas, a melhor- se não a única- forma da humanidade sobreviver à mudança climática e resolver as crises energética e alimentar é lavrar o solo com bilhões de toneladas de carvão a cada ano. O grupo o chama “biochar” como se fosse uma nova técnica aperfeiçoada e afirma que irá armazenar carbono a sete chaves durante milhares de anos, providenciar energia através dos mesmos processos que o carvão, incrementar em grande medida os rendimentos de plantação e deter o desmatamento (causado, conforme muitos deles, principalmente por pequenos agricultores que praticam a roça e queima nas florestas porque não podem manter a fertilidade de seus solos). Mesmo que essas afirmações possam ser bizarras e infundadas, estão sendo levados a sério nos círculos políticos de alto nível.
Relatório lança um olhar crítico sobre as propostas para as culturas de agrocombustíveis, a serem plantadas em terras que são consideradas “ociosas” ou “marginais”. Na maioria dos casos, estas “terras marginais’” são vitais para a subsistência dos pequenos agricultores, pequenos criadores de gado, mulheres e povos indígenas. Por Henrique Cortez*, do EcoDebate.
There is an official Google Earth Map which shows the ethanol
refineries already in operation (brown) and those which are not yet
ready (blue). We understand that there are a significant number of
additional refinery projects not yet inlcuded on the map.