Brasil: Ação plantios florestais comerciais não são florestas

Desde 20.10.2011 230 pessoas participaram nesta ação de protesto

Plantios florestais comerciais não são florestas.  
Plantios florestais comerciais não são florestas.

Ainda as florestas no mundo são em risco. A velocidade de desmatamento está alertando. Todo ano a Organização das Nações Unidades para a Alimentação e a Agricultura (FAO), inspecionar o revestimento e o desmatamento da floresta mundial. Cada ano 13 milhões hectares áreas florestais estão sendo desmata, conforme FAO. Isto é uma área tão grande quanto 35 campos de futebol por minute.


Conforme a FAO o desenvolvimento dramática está diminuindo por projetos de repovoamento florestal: “Por causa de projetos de reflorescimento ambiciosos nas países como China, Índia, os Estados Unidos e Vietnã mais de sete milhões hectares florestas novas cresceram cado ano – junto com a expansão florestal natural nas algumas regiões.” Esse fato escreveram-se na boletim florestal de FAO.


A FAO defina o termo florestas seguinte:  Áreas maior de 0.5 hectares arborizado com árvores que pode alcançar uma altura mínimo de cinco metros.  Adicionar a cobertura do dossel precisa ensombra só um mínimo das 10 percentagem na solo. Por isso monocultivos de produção industrial de madeira valem florestas, conforme a definição da FAO.


Cada ano milhões hectares dessas plantios florestais foram acrescentar. A causa é o fome de matéria-prima barato, por exemplo papel e energia de biomassa. O sacrifício são as florestas naturais. Nas lugares que originalmente consistem das florestas naturais, hoje a gente só encontra monocultivos com árvores exóticas, por exemplo eucaliptos, pinheiros ou acácias. Para o natureza, o clima e a homen as plantios florestais comerciais são uma catástrofe.


Mais informações sobre plantios florestais comerciais.


A definição florestal do FAO está usando das todas as instituições das Nações Unidades (NU) e outras organizações mundial. Alemanha é a terça major financeira o FAO.


Unido no “Movimento Mundial para as Florestas Tropicais” (World Rainforest Movement – WRM) as organizações ambientais e para os direitos do homen instaram a FAO e a NU para mudar a definição florestal errada. Já no Setembro 600 científicos e expertos do mundo recorreram para a FAO com um carta aberta. No fim do Novembro o próximo debate da NU sobre o clima (COP 17/CMP7) tem lugar em África do Sul. Por-favor ajuda nossa ação de e-mail.

Para as plantas e as animais uma plantio florestal comercial não representa um habito suficiente. Em perspectiva ecológica aquelas são sem valor e contra a vida. As poucas atores sobrevivente também não tem uma chance por cause de aplicação das pesticidas e herbicidas. Já depois poucas anos (por exemplo no Brasil depois sete anos) as árvores cortariam-se inteira com maquinas pesadas.


O uso das monocultivos é uma catástrofe para os solos sensíveis, o balanço hídrico e o clima mundial. Além disso o impacto tem conseqüências negativas para a homen. O processo está destruindo a base da vida para as habitantes das florestas e as pequeno produtores. Demais a industria já está experimentando com árvores geneticamente modificados.


As plantios florestais comerciais são financiados com verba oriunda do comércio carbono. A argumentação que legitima isso é paradoxo. Num lado eles afirmaram que as árvores das plantios acumularam carbono, mas por outra lado ignoraram-se a desflorestamento liberta carbono em quantidades enormes.


Desde 25 anos o “Movimento Mundial para as Florestas Tropicais” (World Rainforest Movement – WRM) documentei na website deles (em inglês e espanhol) como as plantios industriais comerciais ameaçaram a homen e a natureza. Nessa site você pode achar uma animação curto sobre a matéria (em alemão). Além disso existe nossa video (20 min) “Vozes de América Latino contra o deserto verde” (com legendas ingleses). Essa filme relata sobre cinco pessoas da América Latino e as experiências horríveis deles com as monocultivos industriais comerciais.

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- Senhor Dr. Jacques Diouf, Diretor-Geral do Organização das Nações Unidades para a Alimentação e a Agricultura (FAO) Viale delle Terme di Caracalla, 00153 Roma, Itália, Forests-2011@fao.org
- Senhora Ilse Aigner, Ministra Federal para Agricultura, Alimentação e defesa do consumidor (BMELV), Berlim, Alemanha, poststelle@bmelv.bund.de
- Senhor Dirk Niebel, Ministro Federal para Desenvolvimento e colaboração econômica (BMZ)
Bonn, Alemanha, Dirk.Niebel@bmz.bund.de
- Senhor Norbert Röttgen, Ministro Federal para Meio Ambiente, Conservação e segurança das centrais nucleares (BMU)
Berlim, Alemanha, norbert.roettgen@bmu.bund.de
- Senhor Friedrich-Carl Bruns, Embaixador de Representante Permanente da Republica Federal Alemanha na FAO, Roma, Italia, germanrepfao@rom.diplo.de

Prezado Senhor Diouf, prezadas/os senhoras/es ministro Aigner, Niebel e Roettgen, prezado embaixador Bruns,

a Organização das Nações Unidades para a Alimentação e a Agricultura FAO defina florestas como “áreas maior de 0.5 hectares arborizado com árvores que pode alcançar uma altura mínimo de cinco metros. Adicionar a cobertura do dossel precisa ensombra só um mínimo das 10 percentagem na solo.”(*)

Por conseguinte plantios de produção industrial de madeira são florestas. No entanto essa definição não é correto e tenda-se para decisões errados. Além disso uma substituição das florestas naturais com plantios inclusivamente plantas exóticas, clona-se e árvores geneticamente modificados não considera-se como desflorestamento. Isto tem impacto enorme - local e mundial.

Ecossistemas florestais satisfazerem varias significações e funções para a terra, o clima, a diversidade das espécies e a humanidade inteira. No entanto plantios florestais comerciais estão só na interesse das produtores industriais. O definição errado da FAO justificar a expansão das monocultivos de produção industriais de madeira. O efeito negativo para aspectos sociais, ecológicos e cultural estão bem documentariam e conhecida público.

Em nome da proteção do clima, milhões estão investindo nas plantios florestais comerciais. Isso acontece-se a custódia das florestas e outras ecossistemas. A expansão mundial das monocultivos de produção industrial de madeira já acontece em milhões hectares, por exemplo em Chile, Brasil, os Estados Unidos, Espanha, África do Sul e Indonésia.

Também outras organizações e iniciativas das Nações Unidades usaram o definição florestal da FAO. Por exemplo o definição usa-se na acordo das Nações Unidades sobre a mudança climática (UNFCCC). Além disso usa-la das governos numerosos em debates, programes e na política deles. Nas varias debates sobre a clima florestas tem uma significação central. No fim do Novembro a próxima círculo da conferencia clima das Nações Unidades e da Protocole Kyoto (COP 17/CMP 17) tenham-se lugar.

Na minha opinião, a definição florestal e a resultando política sobre plantios florestais comerciais precisa mudar urgente. Eu convidou a FAO, começa imediato com a processo consulta, que retocar a definição florestal. A NU e a FAO precisa insistente um definição florestal correto. Plantações não são florestas.

Atenciosamente

(*) FAO, Global Forest Ressources Assessment 2010, Main report, Annex 2. Terms and definitions used in FRA 2010. Page 209

http://www.fao.org/docrep/013/i1757e/i1757e.pdf